segunda-feira, 30 de março de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009

Não comam pintainhos!


Além de ser o mítico herói nacional estónio, Kalev é também uma marca de chocolates. E esta é a sua mais famosa caixa de bombons. Só tenho pena que a menina loira se entretenha a comer pintainhos. Pobrezinhos. É que lá dentro só há mesmo bombons, algúem lhe explica isso?, é que nem sequer um ovinho da Páscoa. Uminho. Enfim, uma foto cruel e inadequada que só dá maus exemplos à criançada.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Brinde aos meus inimigos

video
Cá vamos andando, portanto.

Tumba, Tomba, Tõmba



O verbo "puxar" tem algumas subtilezas na língua estónia. Após dois meses de gesso (a fíbula, claro, ou ex-perónio), acabo de chegar dos Correios. Sou bípede, novamente (ou finalmente). Daí o meu trauma ao esbarrar no autocolante verdinho: "Tõmba" não é, hoje por hoje, dos étimos mais convidativos. Felizmente que não tenho queda para as línguas.

domingo, 15 de março de 2009

ETC e o Cuidado com a Língua

Uma pequena alegria antes de ir dormir, Eduardo Cintra Torres no "Público": "Cuidado com a Língua (RTP) é mais longo, mas também eficaz. Cria uma narrativa para o apresentador, embrulha as questões linguísticas em papel de paisagem portuguesa e humor ligeiro. Não moraliza nem se desvia do realce devido ao esclarecimento das dúvidas linguísticas. Esclarece a origem de palavras e expressões, significados, corrige erros. Na construção técnica e narrativa, é dos mais bem feitos programas da TV portuguesa."

Herman Simm tuítou-me

Começou com uma piada por SMS, mas já está online (será que foi mesmo o Askur?). No Twitter é sempre assim. "Herman Simm is following you", recebi há minutos no meu email. O espião diz que sabe onde eu estive no Verão passado. Eu também, por isso é que ele está onde está...

Bangkok Sportif

Sempre gostei de combates desiguais. Cruéis, preferencialmente. Os turistas (nós) adoram. video

sexta-feira, 13 de março de 2009

Playboy em Tallinn


Viver em Tallinn tem vantagens. Inúmeras. Uma delas é que a Playboy já existe há dois anos. E dá para ir às festas. Quanto às coelhinhas, vejam na foto como também se reproduzem (com ou sem a nossa ajuda).

Chega de miserabilismos

Tenho este terrível fetiche de comentar notícias de jornal. Faço- o do sofá e sinto-me um verdadeiro cidadão. Viva Portugal. Desta vez foi no Público.

Just for Portuguese-speaking readers

Yes, it can happen when somebody visits downtown Cairns, Queensland. Good to dive with TUSA.

No "top 100" do Twitter

Ainda é curto para tamanha ambição. Mas o dia nasceu com uma bela novidade: estamos no top 100 do Twitter Portugal. Simpático.

O Sol é a vida

De Magalhães, nada (por enquanto). Se calhar foi do Hardy's (ou do Padre Américo). O sol voltou a Tallinn, mas a dúvida paira: será que deveria escrever "sol" com maiúscula? "Sol"?

Ando a ser perseguido pelo espírito (alma?) do Magalhães e alguém me recomendou no Twitter uma foto em alta resolução do Padre Américo

Mas deixo-vos com o link. É ainda mais ubíquo. Obrigado, Luxxx65. Amanhã explico-vos melhor as razões desta caça ao homem, de certa forma, a culpa é minha. Tudo começou na pesquisa do "Terra Java"... Estou com medo, muito medo.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Alguma (animada) nostalgia


Estava aqui a fazer contas à vida e deu-me um ataque de nostalgia animada, estou com saudades de escrever BD. A brincar, a brincar, passaram já cinco anos desde que o Nuno Saraiva, o Micael Pereira e eu lançámos a "Faixa Lateral". Saía no Record e a verdade é que podia ter corrido melhor. A boa nova é que há qualquer coisa outra vez na calha... certo, Nuno? Ou "preservamos" o segredo? Estou com um bom feeling...

Trustworthy light salmon pink!

Happy to read Financial Times adopted light salmon pink as early as 1893. By the way, the nutrient that imparts the pink flesh color is astaxanthin (a carotenoid), that salmon ingest when they feed on other marine organisms, such as krill and small shrimp.

"Terra Java" chegou às bibliotecas

Sim, já podem encontrar o "Terra Java" na Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa. Poupam uns 13,50 euros (pelo menos) e não dão nada ao miserável autor. Mas é para isso que as bibliotecas servem, não é? Mau, mau, são as fotocópias. Todos às bibliotecas!

Buraq Air? Hmm...



A foto foi tirada no centro do Cairo e a transportadora é líbia. Mas isso são detalhes: eu não voo (vou).

The red sofa, my leg and I

by João Lopes Marques (Estonian version)

Unexpectedly, watching a football match became these days an unbearable task for me. The goals are sometimes beautiful, Cristiano Ronaldo is getting good shape again, but I can’t even look at the cruel faults players commit on the pitch. All those legs and feet and legs and feet in aggressive motion against each other.

For some reason doctors baptized it “Traumatology Room”: a twisted ankle can have major consequences and I don’t mean only in our vulnerable bones and ligaments and whatsoever. It can also twist severely our perspective on the most earthy things.

It happened finally to me.



Three impressions just popped up: 1st) I never imagined so much Russian-speaking Estonians worked in the main Tallinn public hospital; 2nd) it is still a mystery for me why the emergency room sends us back home without a pair of crutches; 3rd) it is not easy to decide fast which pair of jeans we will rip off so that the plaster cast fits.

This was a pedagogical Odyssey. As soon as we sit on the sofa one understands how vulnerable he is. Mobility is not everything in life but plays a big deal in our existence. Even more surprisingly, we realize that a incredibly high percentage of mankind experienced already a fractured or semi-fractured bone — or a mini-crack in the best case scenario.

“It is a question of time, João", comforted me Alberto. "Altogether I spent two years of my life wearing a plaster cast in some part of my body”, added the Italian. I believe he must have learnt this kind of comments help to cheer us up.

Anyway, I had no choice: day after day I understood I really had to get closer to my red sofa. In spite of the colour, our empathy grew fast. Eventually it became my confident. Intimate. Wide and long enough, providing me a good selection of pillows, helped me to improvise new resting and writing positions.

With it, on it, not far from it, united in our reflections, my red sofa and I have been discovering together a brand new world:

* CNN loves to repeat the same tragic news 148 or 152 times a day (Turkish Airlines crash in Amsterdam, Sri Lankean cricket team attacked in Pakistan, etc.);
* Why do they call "laptops" to this mobile computers that get so hot we barely grill our own testicles?;
* It is for me official now that average Estonian father needs to drill some 30 minutes every day, while their children tend to play ("learn" suits best) piano before morning corn flakes;
* Our broken bone can forecast humidity and/or rain conditions a couple of hours in they occur;
* All restaurants and bars in town were built with at least one more stair they needed;
* Most taxi drivers ignore the worst enemy of a broken leg is the edge of the street pavement;
* Limited car access to Vana Tallinn makes it the nightmare of a one-legged person;
* This very same cast is indeed a great place to smuggle small-yet-precious things;
* And this is maybe why it is mandatory a medical certificate to jump into an aircraft.

However, the most curious thing — much more curious than the case of Benjamin Button — is how fast time can go by. The compensation mechanism works once again: since the patient has to honour his name (patient) and can barely fly on a plane, time flies for him instead.

(Albert Einstein would have called it “Theory of Relativity”.)

Moreover, my sofa and I even created a new theory on why late Medieval/early Renaissance English theater actors started wishing “break a leg” to each other. Weird? Well, more than wishing good luck, we both guess the saying sheds light on the usually forgotten — not played — angles of our existence.

In other words, a broken leg is perhaps a singular opportunity to humanize our deepest being. My sofa, to whom I am extremely grateful, has played a key role. From time to time it asks me:

“Be honest: how often did you think on permanent disabled people before we met?”

A euforia do salmão

É um peixe sobredotado, mas isso não é novidade. O que para muitos talvez seja novo, e interessante até, é que um dos melhores pratos de salmão do mundo é servido diariamente no coração do casco medieval de Tallinn. No Hell Hunt, que por acaso é o meu antro. Custa 120 EEK e tem inclusive direito a uma pequena cesta de pão branco caseiro (aquecido, algures entre a carcaça lusitana e a chapata lígure). Enfim, um festim que o Hardy's só acentua.

quarta-feira, 11 de março de 2009

A minha foto favorita


Mas digo isto de muitas (fotos).

Agora é mesmo oficial...

... mesmo-mesmo. Esta página tem, desde há escassos minutos, a honra de se poder gabar de pertencer à lista de blogues dos autores da Oficina do Livro. Um enorme bem-haja à Inês Queiroz, dínamo do projecto (e os que me conhecem sabem que não uso a palavra "dínamo" amiúde).

Porquê Jacarta?

Fico sempre empolgadinho sempre que noto um visitante de Jacarta. Se ler este post que se acuse na área dos comentários. Seria um enorme prazer conhecê-lo.

153.º no Twitter Portugal

A coisa podia ter começado pior, muito pior. Ele há fenómenos que têm a sua piada.

Esta bota ainda vai dar que falar


Foi capaz do melhor e do pior.

Wikipedia sal(m)on

"Salmon is the common name for several species of fish of the family Salmonidae. Several other fish in the family are called trout,the difference is often attributed to the migratory life of the salmon as compared to the residential behaviour of trout, this holds true for the Salmo genus. Salmon live in both the Atlantic (one migratory species Salmo salar) and Pacific Oceans, as well as the Great Lakes (approximately a dozen species of the genus Oncorhynchus).

Typically, salmon are anadromous: they are born in fresh water, migrate to the ocean, then return to fresh water to reproduce. However, there are rare species that can only survive in fresh water habitats. This is most likely due to the domestication of these certain species of Salmon. Folklore has it that the fish return to the exact spot where they were born to spawn, tracking studies have shown this to be true but the nature of how this memory works has long been debated."

Sim, quero ler mais.

Armados em Fittipaldi...


... e com uma agressiva condução à Fangio (nervosinha). Apesar de tudo, Diogo Infante provou ser um muito aceitável volante no mais recente "Cuidado com a Língua". Clique aqui para ver.

Leitura recomendada



Ideal para tempos de crise: leve e frugal.

É Petersburgo (singular)


A prova cabal de que neva mesmo no Rio Neva. Uma questão de coerência.

terça-feira, 10 de março de 2009

Para quem não sabe de onde vem o canito mais pequeno do mundo


Ver mapa maior

Do México, portanto. É uma cidadezinha.

Foi um momento informal...

... mas o contrato está assinado. Parece que lá para o final de Maio temos bálticas novidades.

Não sou eu


Reparem no rosto da capa... Não sou eu, ao contrário do que muita gente anda a dizer por aí. É que quem a desenhou nem sequer me conhece, percebem? Acabou a conversa.

Rosa

Não, não creio de seja rosa, embora o meu daltonismo cavalgue.

A cor do blogue?

Salmão. Porque o salmão é credível. Porque o salmão é um peixe que está sempre ao pé.

Freeport vs. Terra Java


Freeport é uma palavra complicada, mas o editor tem lá loja. E por acaso até se tem portado muito bem aqui com o autor. A imagem fala mais alto.

"Lindy" has new friends


"The Man who wanted to be Lindbergh" has new friends in Facebook. Not many yet, it is a fact, but good ones. If you think you are a bad one, please don't join us. Thanks for the inconvenience.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.