terça-feira, 18 de agosto de 2009

Só eu sei mais ninguém sabe, ninguém!



Nítido, nítido, só percebo "Arquimedes", que por acaso até rima com "Mercedes". O meu domínio da língua estónia é bem sofrível. Estacionei no velho provérbio (sim, o tal do provecto quadrúpede...). Este "Não sei, Não Sei" foi um grande êxito do Ivo Linna nos idos 80, era este país um pedaço de URSS.

"Ninguém, Ninguém" foi também o meu grande êxito de faculdade. Tardiamente concluí que Marco Paulo também ia às feiras alemãs comprar as músicas que, uma vez letradas, se converteriam em sucessos no atlântico rectângulo.

O mundo mudou muito. As decepções, ou surpresas, acontecem. Menos mal: já ninguém me poderá tirar as emoções sentidas na minha infância. Ignorância. Dica: clique no play dos dois em simultâneo.

5 comentários:

dora disse...

http://www.rockhotel.ee/tean.htm

( .... mas ninguém, ninguém poderá mudar o mundo ; )

João disse...

Lindo, Maravilhoso, Balbuciante... deixou-me de boca aberta, e ao mesmo tempo com aquele sentidozinho de vitória "Eu sabia que conhecia aquela musica (do Ivo) de algum lado"... Ora pois...

Sophia disse...

se os brasileiros o fazem com os americanos, porque não poderá o Marquito fazê-lo?...

Medo...muito medo...

Miss M. disse...

E viva á igualdade....até na desgraça !

Nem sei o que faço de mim depois de descobrir uma coisa destas...

TB disse...

Genial!

Isto deixa-me descansada. Está mais uma vez provado que se há música má em Portugal, a culpa não é nossa. É do pessoal de fora.

É tipo fast-food: vem prontinha, é só arrancar-lhe o seu idioma e colocar-lhe o nosso (que não soa nada mal!), et voilá! Sai um sucesso como "Ninguém, ninguém".

Genial. Outra vez.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.