sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Eu matraquilho, tu matraquilhas, ele matraquilha



Se há algo que me falta na Estónia, ou "mingua", que é muito mais bonito, é uma bela mesa de matraquilhos. E nem é para jogar. Não. Dispenso a prática e, sobretudo, o óleo que me estragou as t-shirts favoritas na minha infância. Em rigor, o que me fascina nos matraquilhos é que são excelente música ambiente. Os gritos, os guinchos, os urros, o barulho da bola (ora na mesa ora no chão), o chocar das minis nos topos. Enfim, toda uma ciência social, holística e indivisível, que caracteriza esta nossa meridionalidade latino-atlântica.

3 comentários:

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

Desde mis BLOGS:

--- HORAS ROTAS ---

y

--- AULA DE PAZ ----

quiero presentarme

en esta nueva apertura

del eminente otoño.

Tiempo que aprovecho

ahora para desear

un feliz reingreso en

la actividad diaria.

Así como INVITAROS

a mis BLOGS:

--- HORAS ROTAS ---

y

--- AULA DE PAZ ----

con el deseo de que

estos sean del agrado

personal.

Momentos para compartir

con un fuerte abrazo de

emociones, imaginación y

paz. Abiertos a la comunicación

siempre.


afectuosamente :
JOAO LOPEZ




--- TE SIGO TU BLOG : CIRCO VICIOSO ---





jose

ramon…

João Hartley disse...

Matraquilhos:eu pessoalmente, prefiro a denominação de "matréculos" ou, ainda mais calonizado, "Matrecos".
Bem, isto para dizer que foi por causa de um jogo de "matrecos" que há "long time ago", na medieval Valença do Minho, que me iniciei nas artes da condução.
Após ter ido para uma afamada tasca desta vila, de seu nome "O Garcês", com um primo mais velho e, na altura, bem mais rodado que eu nas artes de matraquilhar (e aqui o significado da palavra é bem mais abrangente...), dei comigo a fazer parelha com o mesmo, por falta de comparência do parceiro.
Resultado: Levámos uma tareia das antigas. Só que ao contrário do que se está já a pensar, a culpa não foi do comentador deste teu post, mas sim do primo que apanhou uma cadela das antigas, o que fez com que tivesse que ser eu a trazer a viatura para casa (abençoada bebedeira).
Quanto ao parceiro, não apareceu porque igualmente foi fazer de funcionário do canil municipal e ficou agarrado às louras e ao tinto.
Por isso, e para além das centenas de jogos que fiz (em Évora, fazia parte da licenciatura), o jogo de matraquilhos foi como que o instrutor da minha primeira aula de condução. Correu bem!!!

Helena disse...

Os matrecos são mesmo uma coisa cultural, não são? E diga-se que os nossos matraquilhos são muito mais bonitos que os ingleses/norte-americanos, porque estes últimos não têm caras! apenas côr. Quem diria que os capitalistas teriam matraquilhos tão comunistas?

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.