terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Imagina, São

Sem cheta no bolso, e glutão compulsivo que era, Guilherme lá fabricou um pastel de nada. Era imaginário, certo, mas devorou-o de um só golpe.

3 comentários:

Manuela disse...

Golpe de ar no pastel de vento...

Sofia Martins Baleia disse...

O açúcar e a canela polvilhados, dispensam-se. A massa é a minha perdição assim como a imaginação.

E imaginar que poderia gostar...tolices!

sónia disse...

Imaginação precisa-se! Demais! Sempre a lembrar-me do outro que queria ser Lindbergh...

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.