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Eu e tu, lembras-te?

Ele partiu, eu fiquei. Ou terá sido o contrário? Certo é que não havia muito mais a fazer. Dizer. Fiz questão de falar à índio e, mesmo com muita pena nossa, era ali que nos descruzávamos, ou deveríamos: "Tu, rismo; eu, tanásia!" E assim vi partir o meu querido e a sua camisa de coqueiros enquanto no meu doce leito me deixei amortecer feliz.

Comentários

Irani disse…
Porã!
Rocío disse…
Sempre há mais para fazer e dizer, por isso o tu-rista volta sempre ao local que lhe cativou (convertido em viageiro, que é bem diferente).
Quanto à eutanásia... só como último recurso quando soubermos ao certo que nunca mais voltaremos a ver as tais camisas de coqueiros :D
Manu disse…
Percebi.
quando não percebo eu digo que percebo para os outros perceberem que eu não percebi que perceberam..Percebeu???
Foi uma digitada só..direta e reta..:))
Rocío disse…
Manu,

Tal como ninguém é apenas uma única pessoa mas três (aquela que ela pensa que é, a que os outros pensam qué é e quem é realmente)com as estórias de João acontece isso mesmo e, assim, é o que ele escreveu, o que nós recebemos através das palavras dele e as palavras puras (e duras) :-)
Por isso.. fica descansada que ninguém percebe tudo mas todos percebemos ;-)
Manu disse…
Ô céus!!!:))
Sofia disse…
Fica aqui um conselho: Menos sol nas moleirinhas...

Vocês já não escrevem coisa com coisa...
Ou será da PDI??!...
Rocío disse…
Cara Sofia, quis apenas dizer à Manue que cada pessoa percebe/recebe as palavras de um autor conforme o seu feitio/circunstâncias/humor/momento... e que, por isso, não é bem percebermos ou não percebermos mas sermos atingidos ou não por aquilo que foi escrito :-)

Sol na testa? NUNCA!! (não tenha eu uma das maiores e mais belas colecções de sombreros de Espanha)
:-D
Manuela disse…
Este autor nos atinge mortalmente. E nós a ele.:)))
Eu recebo as palavras dele sempre, sempre mesmo, com o peito em festa e o coração a gargalhar.
Sofia disse…
Isto já é crónico...está visto...

Renderam-se ao vício...^^

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