quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Iluminismo

Eu cá nunca me fio. Talvez por isso nunca tenha visto a luz.

13 comentários:

Manuela disse...

Sempre tem o amanhecer...

Manuela disse...

Estava vendo que aqui tem visitantes de todas as regiões do Brasil. De norte a sul.
Muito legal!

João Lopes Marques disse...

Olá, Manu. Ontem ligaram-me da Agência Lusa para falar um pouco do meu livro de microcontos. Disse-lhes que é uma tendência cada vez mais evidente: a maioria dos leitores dos microcontos são brasileiros. Tem sido muito gratificante!

Sofia disse...

Genialidade é o que te resume...

Manuela disse...

Oi, João.
Ler microcontos é muito bom. Desenvolve o raciocínio e exercita os neurônios. Muitos fazem. Poucos são bons.
Sobre visitantes brasileiros ontem teve um que estava no Rio Mamoré, divisa do Brasil com a Bolívia. Na altura da cidade boliviana de Guayaramerín. Deve ser militar de patrulhamento da fronteira.
É fantástico..tão longe e tão perto.
Abraços pra eles.

Manuela disse...

Sofia..desse jeito o ego dele....explode;-)

Sofia disse...

Manu, em certas pessoas nunca chega a ser demais, têm um bom doseador...

O Jonas é uma delas...

Anónimo disse...

Sofia, ele não é feito de areia é feito de concreto armado;)

Sofia disse...

E eu a julgar que era plasticina...

Anónimo disse...

..massinha de modelar só quando precisa brincar de fantasia...

Sofia disse...

Eu pensava que João/John/Jonas era o nome mais comum do Mundo...como estava enganada...afinal é Anónimo!
Estão por todo o lado!...

Manuela disse...

Anônimo é igual a pardal...tem em toda a parte..
Pardal ... lembra pardalitas..isso me dá um trauma terrível.

Eu amo o nome João. Ainda vou ter um filho chamado João Filipe. Está decidido..

Obdulio Ortega disse...

Há o nosso João. Há o João anônimo. E há o anônimo do João. De toda a maneira, é um nome que ecoa como trovão!

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.