quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Luz e Tânia

Era não só viril (ui!) como gostava do acto (ai!): Maria da Luz e Tânia chamavam-lhe "Viriacto".

10 comentários:

Rocío disse...

A praça do "Viriacto" vai passar à História como o local onde se fraguou a declaração de Zamora como "Capital Ibérica do Microconto" ;-)

João Lopes Marques disse...

CIM!

Manu disse...

O "ui!" e o "ai!" foram definitivos. Confirmou-se a virilidade "ui!" lusitana "aiiiii!".

Felizmente há há gritos e sussurros para tudo.... huuuummmmm....

Obdulio Ortega disse...

Portugal está a procura de um novo héroi, priápico, trágico, que mesmo sábio da própria morte que ocorrerá após a fecundação, luta para dispersar o seu gene melancólico e sublime. Que se louve a Deus a lusa força de Josés, que traz à luz Joões de barrigas de Marias!

Anónimo disse...

obdulio, não quer tomar um anal gésico? tem ar de quem precisa e de quem aprecia. são essas di ásperas seménicas que talvez justifiquem a sua queda pelo abismo.

Obdulio Ortega disse...

Salmões e louva-deuses, zangões e machos de viúvas-negras cumprem o seu papel. Eu cumpri o meu: tenho três filhas... e sobrevivi! Quanto a melancolia do português, a creio mais frutífera que a alegria destrutiva do brasileiro, que sou. Se a língua comum criou um abismo de entendimento, me perdoe. Meu nome é Obdulio.

Obdulio Ortega disse...

Aliás, o nome de minha mulher, namorada e esposa, há mais de vinte anos, por coincidência, é Tânia.

Manuela disse...

Anal gésico...isto não é uma língua..é uma valha-me Deus..hahah

Rocío disse...

Adoro filmes que acabam com a vitória do bom (mesmo que dialéctica) ;)

Anónimo disse...

...Rocío, a vitória será dos bons...

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.