sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Montanha russa

Sasha obrigou-nos a beber a garrafa até à última gota. Porque Svetlana odeia vodka, desatámos a correr por ali abaixo. Só não esperávamos esbarrar em Ruslan, ameaçou-nos com a arma do costume. Ainda consegui fugir montanha acima. Felizmente que tropeçaria no Lada vermelho de Dmitriy, que de imediato deu meia-volta. Acelerámos montanha abaixo o mais que pudemos. Caramba, como é que me esqueci de Svetlana?

4 comentários:

Anónimo disse...

Que original.Muito, muito bom.kkkk

Austra Lopes Pithecus disse...

Magnífico.Poético.Inspirado !...

Peço desculpa, mas fui atirado (atraído...)a uma velha recordação, a um real episódio de uma real bebedeira de vodka entre dois generais. Um do Pacto de Varsóvia outro da Nato, vivida à meia-noite, algures junto a um lago nas floresta quase desertas e sem "Svetlanas" da Pomerânia.

Anónimo disse...

molto intiresno, grazie

ob disse...

Idas e vindas, subidas e descidas, tornos e retornos: efeitos da água que passarinho não bebe, por ventura? Por seu turno, Svetlana quedou-se atrás do muro, ouvi dizer.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.