terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Eis a Super-Casa

Nem é calendário maia nem profecia da Maia. É mesmo uma super-casa na Damaia. A Super-Casa, onde só objectos voadores conseguem entrar. E reparem como é bem salmonadinha... A descoberta, uma vez fotografada, foi-nos gentilmente cedida por Filipe Araújo, o nosso avençado-centro em Lisboa.

Fado do cosmonauta

No dia em que o papá foi para o espaço, a mamã foi para o céu. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Em Elvas? Mas como em Elvas?

Estava eu a fazer a revista matinal de imprensa e diz-me o Postimees que há cucus em Elvas. Ou que se passa algo com os cucus de Elvas. Ou que... bom, algo se passa...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Dar bandeira

Apesar da revolução em curso no Cais do Sodré, há um gostinho a decadência que permanece. Sabe bem. Mas não me perguntem se é bom ou mau...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Na mesma como a lesma

Na Ryanair, apesar das ditatoriais políticas de adelgaçamento da bagagem, sempre se vai trabalhando. Repare-se no pelotão de cachopas por detrás do check-in. Da Lesma, infelizmente, já não se pode dizer o mesmo. Mas há nomes que dizem tudo, não é verdade?

sábado, 17 de dezembro de 2011

Fanfarronice

Naquele seu jeito trocista, inconfundível aliás, garantia-nos Jean-Pierre que confundia pregos com parafusos. Não percebia a diferença. Que era um detalhe irrelevante. Mas isso foi só até lhe cair o martelo nos cornos. E acreditem que foi mesmo sem querer. A sério. A sério mesmo. Mesmo-mesmo.

Another Trilogy?

Probably. Or another consequence of the infamous joke "Five years later...". Eesti ilu välimääraja ("Prontuary of Estonian beauty") is dedicated, of course, to our little Agnes, by far the noisest flatulist of Kalamaja. The cover? Once again, a brilliant illustration by André Carrilho. My good friend Teve Floren translated it from my English originals. Preface is by Marina Lohk and Herr Ivar Laks locked it. 

Salão de caça

Videira Gomes catalogou os seus troféus sempre com máximo zelo. Morreria na angústia, porém: o javali namibiano era o 268.º, certíssimo, mas duvidava que precedesse Maria Albertina.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Eu tenho dois amores

Que em (quase) nada são iguais. 

No TED somos todos Kennedy

O cheesecake é um monstro


Não, não é só de mim. No Café Boheem houve mais gente a ver. A foto não mente: o cheesecake olhou ontem para mim com um ar trocista. Ameaçador.

Os dois monstros

A diferença maior entre o monstro do mastro e o monstro da montra era facílima de detectar. Perceber: enquanto o primeiro nunca se cansava de trepar, o segundo confundia-se com o vidro. Em comum, todavia, tinham o facto de serem ambos invisíveis.

Foto de família

Claro que há monstros mais feios.

A paterna idade

Passeando um pequeno belo monstro pelas ruas húmidas de Tallinn.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

1935

Não, não era só o Tintin no Congo. Nos anos 20 e 30 do século passado a linguagem política era mais directa e Timor levava acento circunflexo. Chapéu.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Agora somos ursos

A elegância prevalece no Metropolitano de Lisboa. Urso é uma palavra mesmo bonita: posso chamar-te quando nos cruzarmos nas escadas rolantes? Vá lá, só de vez em quando...

Haiku de merda

Levava uma Fuji, Mas do monte fugi, Sim, do Monte Fuji.