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Pessoa errada

Era um tipo bastante discreto, porventura excessivamente. Demasiado até. Na verdade, muito poucos reparavam nele. Pouquíssimos ou quase nenhuns. Ninguém mesmo. E se o vissem, ou avistassem, que não é coisa muito diferente, tê-lo-iam ignorado... Credo, agora que falamos nisso, dá-me até a ideia que o tipo não existe. Claro que não existe. Desculpem, foi confusão minha. O que eu queria era falar de outro. Daquele tipo ainda muitíssimo mais discreto.

Comentários

Rocío disse…
Muito receio que, nestes tempos malucos tão virados para egocentrismos, não exista nem o discreto nem, muito menos, o muitíssimo mais discreto.
helena frontini disse…
Um adjetivo que dificilmente se pode colocar ao lado do ser humano.

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There was a time, not too long ago, I believed I had become a misogynous guy. False. I wasn’t. Then I started fearing I was slightly gynophobic. Nope. I was just afraid to bump into another stupid girl. It wasn’t easy to understand it but 10 or 15 years later I realize I’m just too sensitive to 19 specific species of women. Indeed, I can even turn intolerant in presence of one of them. Such a phenomenon can be either personal taste or old trauma, I know. However, I don’t care anymore. I just confess the following kind of females have the power to bruise my soul:


1- The hologram girl

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