segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

HQ

Sim. Klaus sentiu muita sede. Todo ele era sede. Uma desesperante sede. As suas pernas, cadeiras. Os seus cotovelos, secretárias. Os seus pêlos, piaçabas. As suas pálpebras, fotocopiadoras. Os seus joelhos, livros de actas. As suas mãos, a máquina automática de café situada em frente à porta giratória de entrada onde phica o ponto e a recepção com a simpaticíssima menina Solveig. Sede, portanto. Ou talvez não: quiçá Klaus estivesse antes com muita fomeca.

1 comentário:

Clara Amorim disse...

E como se não bastasse a anterior...!

Haiku de merda

Levava uma Fuji, Mas do monte fugi, Sim, do Monte Fuji.