segunda-feira, 25 de julho de 2016

Amiguitos de Viljandi

Os dias aqui passam a uma velocidade estonteante, percebe-se que há muita gente a regressar, os bares e restaurantes pululam, em poucos anos Viljandi ganhou uma autoconfiança que nunca imaginei. As noites também enlouqueceram e há amiguitos que, fora das minhas horas de expediente, de expediente excessivo, quase me atropelam na berma da floresta. Logo pela manhã. Este da foto teve um significado diferente, porém: olhando eu para as pedras, perdido nos meus passos, compreendi o drama de um coelho assustadiço. Desamparado. Sem Sanções nem Dalilas. Não és o único, amiguito, mas ao menos tu, meu fofinho, não fazes mal a ninguém.

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Haiku de merda

Levava uma Fuji, Mas do monte fugi, Sim, do Monte Fuji.