terça-feira, 27 de outubro de 2009

Copo com água

Gustavo tinha sede. Muita. Entrou na Balalaica e pediu um copo de água. Nessa tarde, Elisa estava a servir ao balcão. Sentiu-se tentada a levá-lo à letra. Viu nele (ou naquele pedido) um homem sério. Hoje são casados e Gustavo nem sabe bem se é feliz. O que ele queria mesmo, e já mo confessou, era um valente copo com água (da torneira que fosse).

1 comentário:

sónia disse...

E ainda há gente que acha que as preposições não têm importância!!! Como podem destruir uma vida, as bandidas!
Levar à letra não é nada aconselhável, todavia o Gustavo foi tolinho por se deixar levar na cantiga, o que também revela falta de ouvido.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.