quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Aaron

Nem um esgar, nem uma palavra. Muito menos as pernas. Ou as mãos. É que nem sequer os dedos mindinhos. Ainda insistimos com veemência, desespero mesmo, mas Aaron não se mexia. Estava paralisado: felizmente que não era grave. Era greve.

4 comentários:

Paula disse...

Mais actual do que isto para descrever o espectro da sociedade Lusa, impossível ;-)

Obdulio Ortega disse...

Greve geral, já! Quedemos! Que demos uma chance ao planeta! O quedaremos...

Manuela disse...

Pão-duro. Mão-de-vaca.Pirangueiro.

Manu disse...

Eu sei,de fonte segura, que o Hugo Chaves lê o blog.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.