quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Repetição (padrão)

Nem importava de quem era o cadáver. Linda dizia-lhe sempre que não o deveria ter feito. Ao menos alguém lúcido lá em casa: Javier adorava o contraditório.

2 comentários:

Anónimo disse...

javier era talvez um cobarde, só sujava as mãos quando ninguém de fora o podia observar, dizia ele que era uma questão estética, que nunca se deve transportar para a calçada aquilo que faz parte da tijoleira doméstica. ainda tentou mas não conseguiu, a maldita da presa fugiu-lhe. isso não lhe perdoa.

Manu disse...

Ele era mesmo um tição.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.