domingo, 23 de dezembro de 2012

sábado, 22 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Do diagnóstico

Jordi padecia da Síndrome de O'Neil. Em rigor, nunca nenhum médico lhe soube explicar em que consistia, mas esse era exactamente o sintoma mais frequente.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O mito do iberianismo

Eis a sinopse da palestra de dia 19 de Dezembro na Escola Oficial de Idiomas de Bilbau. Pelo seu próprio pé, Iberiana vai percorrendo o seu caminho...

A História da Península Ibérica está mal contada, como quase todas. Sabe-se que os vencedores ditam e as narrativas podem ser mais ou menos efabuladas. Certo é que as mitologias criadas pelas várias nações que habitam neste território milenar têm ignorado, quase sempre de forma intencional, as suas entranhas comuns mais profundas. Iberiana não é mais do que uma viagem especulativa no tempo, politicamente inconveniente e muito para além do óbvio oficial. Como se poderá explicar que ainda hoje, com todas as conquistas da ciência, não saibamos com mais rigor quem foi o povo ou os povos que emprestaram o nome à nossa península? Como justificar a ignorância em relação à civilização tartéssica, aparentemente já citada na Bílbia, de onde terão partido os três Reis Magos e que nas margem do Guadiana e Guadalquivir floresceu um par de milénios antes de Cristo? E quantos sabem que existiu uma outra Ibéria no território da actual Geórgia, no coração do Cáucaso, que sempre olhou para nós como irmãos? Ou do esplendor sefardita que conduziu à Cabala? Por que adoptámos aqui a ancestral palavra "esquerda" do euscara ezker e não a sinistra latina dos invasores romanos? Num momento em que a Península Ibérica voltou a ser chutada para a periferia da Europa, urge repensar esta grande narrativa ibérica que permita uma refundação do mito. Do revigorante mito do iberianismo.

Aaron

Nem um esgar, nem uma palavra. Muito menos as pernas. Ou as mãos. É que nem sequer os dedos mindinhos. Ainda insistimos com veemência, desespero mesmo, mas Aaron não se mexia. Estava paralisado: felizmente que não era grave. Era greve.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Puta de profesión

Hoy en día estoy de acuerdo con Oriol. Jamás olvidaré esa frase sabia en la tarde de su despido: "Mea culpa. Un periodista sin boli en el bolsillo es todavía peor que una puta sin condón."

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Mudança de ramo (II)

Não há macaco que não o faça.

Mudança de ramo

A cobrar taxas de 3,96 euros por mês só para "gerir" uma vulgar conta à ordem era, de facto, um tudo-nada maximalista. Excessivo. A clientela queixava-se, e com alguma razão. Daí perguntar-me se a tal entidade teve mesmo de mudar de ramo, embora mantendo o nome.

Haiku de merda

Levava uma Fuji, Mas do monte fugi, Sim, do Monte Fuji.