sábado, 24 de outubro de 2009

Vale e o Paraíso

Porventura embalado (inspirado) pelo seu apelido, Azevedo usava e abusava da expressão "vale o que vale". Houve amiúde quem o tentasse esmurrar, o que, a verificar-se, seria mais um desses gestos que valem o que valem. Tão ou mais do que este relato, observação, consideração, que, enfim, convenhamos, também vale o que vale.

1 comentário:

sónia disse...

Como tudo na vida, vale o que vale! Uma encosta, uma arriba, um vale e Azevedo. Valem o que valem e mais valerão se se situarem num Vale Paraíso.

Moleiro

Tinha aveia para o negócio.