Nunca aqui se relatou desfecho tão irónico. Paradoxal. Khaled, o tal que se dizia ser um poço de virtudes (sem fundo), acabaria empurrado para dentro de si mesmo. E acreditem que muito lamentamos mais este óbito.
Foi interessante (e interessante é uma palavra interessante). No dia em que saí à rua com suíças tive de passar por casa do Óscar para uma sueca com estas mesmas canadianas. Ou melhor: com as canadianas amparando-me a mim e às suíças. Felizmente que não são mutuamente exclusivas.
A língua portuguesa está mesmo em maré alta na Estónia. E não só a língua, agora também os dentes. Ao ponto de em Viljandi tropeçarmos hoje em clínicas dentárias cujo o nome é... "Dentes A&E".
Comentários
Realmente não imagino pior maneira de morrer do que afogados nas águas das nossas próprias contradições (mesmo que estas sejan virtuosas) ;-)