Não deixas de me surpreender: Pat Benatar?! Eu dançava ao som dela quando tu ainda andavas a ver Sesame Street :-) Gostava (eu) mais daquela "Promises In the Dark" mas, pronto, esta também tem a sua piada.
"Ouvimo-la no tàxi...enquanto o báltico já descongelava". Magia.
Além da bela voz, não deixava de impressionar ao garoto que fui, a sua cinturinha de vespa. Uma revolução hormono-cultural para mim...
Anónimo disse…
...ninguém é de ninguém e cada pessoa que passa na nossa vida tem um papel na nossa evolução ou involução, conforme tenhamos a capacidade ou não de digerir o passado para viver o presente e/ou o futuro...caso haja sentimentos profundos, essa pessoa é como uma personagem que só faz sentido numa capítulo já lido...é a vida!
Discordo (mas só desta vez hehe), Anónimo: às vezes pertencemo-nos mesmo. Quando nos entregamos voluntariamente e somos aceites também voluntariamente também: Pertencemo-nos :-)
Mas pode ser do meu romatismo patológico e eu estar enganada
Anónimo disse…
Rocío, que bom que haja casos assim, claro que haverá :), mas há muitos que não o são, erro meu- nunca o foram- e jamais o serão... meras ilusões que só são autênticas enquanto contextualizadas nos momentos pretéritos em que nelas acreditámos, i.e, num passado que nunca será presente ou futuro, pois ele próprio nunca o foi...grande confusão! :)
Foi interessante (e interessante é uma palavra interessante). No dia em que saí à rua com suíças tive de passar por casa do Óscar para uma sueca com estas mesmas canadianas. Ou melhor: com as canadianas amparando-me a mim e às suíças. Felizmente que não são mutuamente exclusivas.
A língua portuguesa está mesmo em maré alta na Estónia. E não só a língua, agora também os dentes. Ao ponto de em Viljandi tropeçarmos hoje em clínicas dentárias cujo o nome é... "Dentes A&E".
Comentários
Gostava (eu) mais daquela "Promises In the Dark" mas, pronto, esta também tem a sua piada.
"Ouvimo-la no tàxi...enquanto o báltico já descongelava". Magia.
Quando nos entregamos voluntariamente e somos aceites também voluntariamente também: Pertencemo-nos :-)
Mas pode ser do meu romatismo patológico e eu estar enganada