Com aquele feitiozinho, feitiozinho pilantra, e pelo andar da carruagem, não era de estranhar que Edgar tivesse perdido o último comboio. Deixou-se ficar em Xangai, engolido por aquele tão característico esgar do Oriente.
Foi interessante (e interessante é uma palavra interessante). No dia em que saí à rua com suíças tive de passar por casa do Óscar para uma sueca com estas mesmas canadianas. Ou melhor: com as canadianas amparando-me a mim e às suíças. Felizmente que não são mutuamente exclusivas.
A língua portuguesa está mesmo em maré alta na Estónia. E não só a língua, agora também os dentes. Ao ponto de em Viljandi tropeçarmos hoje em clínicas dentárias cujo o nome é... "Dentes A&E".
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