Esta é uma história sem fim. Mais do que a dor de tê-lo longe de ti, é vê-lo chegar a um lugar que não existe, apenas para senti-lo assenhorear-se da consciência de si.
Permita-se-me dizer: os comentários do Obdulio fascinam-me :-)
Manu disse…
O Haiti é aqui..já dizia o poeta. Tempo de aprender, nem só para proteção interna serve o "Ob"..:))
Anónimo disse…
Haiti não era um gel de banho há uns anos atrás??
Obdulio Ortega disse…
Agradeço a sua gentileza, Rocío. O seu nome, de serena conotação, faz-me lembrar, em português, de manhãs orvalhadas no campo. É só uma imagem, já que roço apenas palavras, ademais, infrutíferas...
Foi interessante (e interessante é uma palavra interessante). No dia em que saí à rua com suíças tive de passar por casa do Óscar para uma sueca com estas mesmas canadianas. Ou melhor: com as canadianas amparando-me a mim e às suíças. Felizmente que não são mutuamente exclusivas.
A língua portuguesa está mesmo em maré alta na Estónia. E não só a língua, agora também os dentes. Ao ponto de em Viljandi tropeçarmos hoje em clínicas dentárias cujo o nome é... "Dentes A&E".
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