Isso de réveillons, ainda por cima em pavillons, e com papillons, era para gente triste e cinzenta. Maurício gabava-se de festejar apenas noites de Ano Nono.
Foi interessante (e interessante é uma palavra interessante). No dia em que saí à rua com suíças tive de passar por casa do Óscar para uma sueca com estas mesmas canadianas. Ou melhor: com as canadianas amparando-me a mim e às suíças. Felizmente que não são mutuamente exclusivas.
A língua portuguesa está mesmo em maré alta na Estónia. E não só a língua, agora também os dentes. Ao ponto de em Viljandi tropeçarmos hoje em clínicas dentárias cujo o nome é... "Dentes A&E".
Comentários
Cadê o Homo sapiens????