Klaus nada devia à beleza, nadinha, e as bexigas desajudavam. Contudo, era de uma inteligência rara. Analítica. Resolvera dar-se apenas com gente muito feia. Monika veio perguntar-me há bocado se ele é o tal galã de cinema.
Foi interessante (e interessante é uma palavra interessante). No dia em que saí à rua com suíças tive de passar por casa do Óscar para uma sueca com estas mesmas canadianas. Ou melhor: com as canadianas amparando-me a mim e às suíças. Felizmente que não são mutuamente exclusivas.
A língua portuguesa está mesmo em maré alta na Estónia. E não só a língua, agora também os dentes. Ao ponto de em Viljandi tropeçarmos hoje em clínicas dentárias cujo o nome é... "Dentes A&E".
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